Regresso em http://www.radiovaledosousa.net, agora com o nome de REMISTURAS

O Globalbeats está de volta, com o nome de REMISTURAS, agora em http://www.radiovaledosousa.net, a nova rádio do vale do sousa, com os melhores conteudos e sempre actualizada!!!

Novo site com mais e o melhor da música eletrónica!

Visita e diverte-te!

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No regresso, Groove Armada!!!

Saudações pessoal amigo de tudo o que não é comercial, e que é alternativo, de tudo o que são GlobalBeats!

Estamos de volta, com um visual renovado, com muita força e vontade para continuar a missão de vos dar o que de melhor se faz, nas mais variadas áreas.

Para celebrar este regresso, escolhemos uma banda cujo lema sempre foi transmitir toda a energia possível, quer nas suas performances ao vivo, quer nos seus álbuns, falo-vos de Groove Armada.

Os Groove Armada são um banda e/ou duo de dj´s londrinos, de seu nome Tom Findlay e Andy Cato . Findlay cresceu em Cambridge e sempre se interessou pelo funk, e, foi esta admiração que o levou a passar por grandes casas nocturnas em Manchester e Londres, trabalhando na promoção de festas. Por sua vez, a admiração de Andy Cato era dirigida mais ao jazz, chegando mesmo a conquistar o prémio britânico Young Jazz Musician Of The Year. Mas, para além do jazz, Cato também gostava de disco, e, rapidamente se apaixonou pela house music.


Ao serem apresentados em Londres por um amigo em comum, Tom e Andy decidiram promover uma festa chamada “Captain Sensual at the Helm of the Groove Armada”, que contava com dois ambientes, de um lado o ritmo funk de Tom, e, do outro, a empolgante house music de Andy.

Quando decidiram misturar as suas influências, e unir as suas qualidades em torno de um objectivo em comum, criaram um projecto conjunto, baptizado de Groove Armada. O resultado foi um som cheio de swing e frescura, com elementos de house, disco, funk e big beats. Além de contar com temperos variados, como linhas de baixo dub, ragga, samples inusitados e vocais do melhor que há.

Enquanto Tom Findlay toca baixo, trompete, teclados e cuida dos samples, Andy Cato toma conta do trombone, teclados e baixo. Para além disso, os Groove Armada incorporaram um conjunto de instrumentistas, formado por nove membros, que ajudam a dar mais beleza às composições da dupla, usando para isso, guitarras, bateria, baixo, percussão, violão e cordas.·

O álbum de estreia dos Groove Armada, intitulado “Northen Star”, viu a luz do dia estávamos nós no ano de 1998. Este primeiro trabalho dos Groove Armada, foi de tal maneira bem sucedido, que, ganhou o prémio para o Melhor Álbum de um Novo Artista pela revista inglesa de música electrónica Muzik. Foi também este álbum, que, lhes garantiu um contrato com editora, permitindo-lhes gravar posteriormente o segundo disco da dupla, chamado “Vertigo”, Este segundo disco, teve a força necessária para conquistar não só a imprensa musical, mas também o público, atingindo dezenas de milhares de cópias vendidas em Inglaterra, corria o ano de 1999.

Hoje, no GlobalBeats, trazemos até vocês o “Greatest Hits” da banda, lançado no passado ano de 2007. Divirtam-se….

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Unknown Sessions

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 Olá a todos, sejam de novo bem-vindos! Após um período afastado da escrita, no que toca à publicação de informação sobre as ultimas duas “Unknown Sessions”, folgo em informar-vos que, no entanto, continuamos a receber propostas (boas protpostas, por sinal), e que, essas propostas se converteram nas duas ultimas “Unknown Sessions”.
Sendo assim, pela antena da RCPF, e do Globalbeats, tivemos os nomes de Swayzak e Carl Cox, que nos brindaram com “Some Other Country” e um Live Act à rádio ITM, no passado dia 11 de Janeiro de 2008, escolhas, das nossas ouvintes, Sara Costa, da Maia, e de Joana Faria, da Gafanha da Nazaré, respectivamente.
Em Relação aos Swayzak, o que há para saber, essencialmente, é o facto de serem uma banda de terras de sua majestade, faça-se saber o mais incauto dos leitores, que me refiro, como é óbvio, a Inglaterra; são compostos por James Taylor e David Brown, e a sua existência enquanto grupo, data de 1998, ano em que lançam o albúm “Snowboarding in Argentina”, pela editora Pagan; de referir ainda que o facto de em 2001 mudarem de editora, nomeadamente para a K7, com o albúm “Groovetechnology, Vol. 1.3”, deu-lhes a visibilidade e projecção, que, no meu entender, sempre lhes foi devida.
Desde que firmam esta aliança com a K7 Records, tem sido um sem número de êxitos, espalhados pelos albúns “Dirty Dancing (2002)”, “Loops from the Bergerie (2004)”, “Route de La Slack (2006), e finalmente, “Some Other Country”, que teve edição no findo ano de 2007.
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Quanto a Carl Cox, bem, não imagino o que poderá ser dito sobre este senhor, que possa acrescentar mais alguma coisa, ao conhecimento que sobre ele já existe, quer por fâns quer por pessoas, que apenas simpatizam. Mesmo assim, para o mais desprevenido dos leitores, e mesmo para aqueles que já conhecem o que vou dizer, mas que precisam de um refresh mental, saiba-se que, Carl Cox é um senhor nascido, igualmente em terras de Sua Majestade, corria o ano de 1962, num mês que, curiosamente, é a metáfora perfeita para descrever o que faz, anos mais tarde como disc jockey, o mês de Julho, o mês das noites longas, cheias de animação e festas, e sobretudo o mês em que o corpo mais transpira, principalmente, e diria o mais ingénuo dos leitores, porque faz mais calor, mas digo eu que, não será só isso, tem mais a ver com o movimento do corpo, que se contorce ao longo de noites infindáveis, seguindo os ritmos mais que dançáveis de Carl Cox.
No que toca ao seu trajecto profissional, bem, á quem diga que é o melhor do mundo na área, outros que já o foi, nós, Globalbeats, apoiamos a teoria de que não há um melhor do mundo, em nada, e como tal, Carl Cox, figura na lista dos melhores do mundo.
Nós por cá, no Globabeats, e mais concretamente nas “Unknown Sessions”, vamos continuar a divulgar talentos, uns mais, outros menos, conhecidos, mas, para isso, contamos com o vosso apoio, sendo assim , já sabem, façam as vossas sugestões para o nosso e-mail, em gbeatsradio@hotmail.com, e habilitem-se a ouvir a vossa escolha em 101.8 FM, ou em globalbeats.wordpress.com!Saudações 😉

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O sucesso da 1ª Unknown Session!

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Um sucesso, é assim que nós por cá, no Globalbeats, podemos classificar a primeira “Unknown Session”. A utilização do termo sucesso, não surge aqui nesta minha intervenção, por acaso, uma vez que, na realidade, foi mesmo um sucesso, toda a participação dos nossos ouvintes, com as suas sugestões musicais e artísticas, para a primeira “Unknown Session”.

A escolha, desde já, classifique-se de árdua, já que, recebemos sugestões que fizeram com que o cliché, quantidade não significa qualidade, caísse por terra, já que neste caso, quantidade significou mesmo qualidade. Contudo, elegemos a compilação “Chill House Tokyo 2007”, sugestão da nossa ouvinte de Guimarães, Cláudia Vasconcelos, como aquela que nos pareceu por bem, difundir.

Esta semana, o tema escolhido para as “Unknown Sessions”, irá abordar áreas semelhantes, às abordadas anteriormente, ou seja, Chill out, Lounge, Electro, e House.

 

Por isso já sabem, participem, façam as vossas sugestões, para gbeatsradio@hotmail.com.

Saudações….

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O início das “Unknown Sessions”

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Esta semana, damos início a um ciclo de programas, baseados nas sugestões dos nossos ouvintes, ao qual chamamos de ““Unknown Sessions”

 Basicamente, concedemos aos nossos ouvintes, a possibilidade de escolherem o que querem ouvir, através de sugestões para o nosso e-mail, em gbeatsradio@hotmail.com.

Por isso, já sabem, participem e, no final da semana, quem sabe não poderão estar a ouvir o som que escolheram… 😉

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Depois do interregno, voltamos na máxima força, ao sabor de…

 .The Chemical Brothers!!!

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No Global Beats desta semana, voltamos à música electrónica, ainda que, não saindo de terras de sua majestade.

 Chamam-se The Chemical Brothers, e dispensam qualquer apresentação que aqui lhes poderia fazer, no entanto, e, querendo aproveitar este dom, que forças superiores me deram, segundo o que alguns acham, falemos um pouco desta banda britânica; mais concretamente do seu sexto álbum de originais, aquele sobre o qual, a nossa atenção estará centrada esta semana.

We Are The Night”, é, portanto, o nome do sexto trabalho produzido pelos Chemical Brothers, e, é considerado por muitos, o melhor de toda a sua carreira. Pessoalmente, acho abusivo resumir-mos a carreira de uma banda tão dotada a um só álbum, ainda por cima, falando de quem falamos, mas de facto, este, é um óptimo conjunto de músicas, composto por doze faixas de música psicadélica, melodias eufóricas e tão despretensiosas, à semelhança dos “Live act” da banda.

Este é um álbum, com uma particularidade interessante, ou não tivesse sido ele, gravado na escuridão de um abrigo anti-bombas, no sul de Londres. Fazendo uma pequena viagem aos vários mundos opinativos sobre o mais recente trabalho desta dupla londrina, através da Internet, podemos agarrar em vários retalhos e “coser” aqui uma bela “manta descritiva” geral, sendo assim, We Are The Night”, é descrito por alguém como”…um guia através da psicadélica moderna, uma montanha-russa desenfreada que leva o ouvinte a uma jornada que passa do frenesim da percussão, que ameaça explodir as caixas com sons que só podem ter vindo de um futuro povoado por robôs, até os grunhidos modulares de sintetizadores deixados para morrer na chuva enquanto anunciam serviços de utilidade pública. Enquanto isso, incorpóreas vozes robóticas martelam comandos mentais, alternando-se com vocais convidados em faixas como se fossem instrumentos musicais nunca antes descobertos…”, apetecível? Intrigante?

Pois bem, existe ainda quem diga que, e eu, desde já concordo, em certo termo, We Are The Night”, são os Chemical Brothers no seu melhor momento. Contagiante da abertura, até “aos maravilhosos estertores, o álbum traz algumas das músicas mais empolgantes da dupla até hoje, um salto quântico para o grupo em termos de produção e sonoridade…”; convencido? Eu estaria, não fosse aquele sentido de ver para crer, qual Judas, que desde cedo me acompanha, e que, de certo, é comum à maioria, pelo que, e adaptando os provérbio ao cenário em questão, neste caso é, ouvir, para crer, por isso, sem mais demoras, senhoras e senhores, let´s get up all night, porque esta semana, convosco, temos, Chemical Brothers.

Aqui fica um cheirinho do que podem ouvir em 101.8 FM, ou em www.capitaldomovel.fm, (emissão radiofónica on-line)

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… The Killers!!! Os “americanos britânicos”

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No Globalbeats de hoje, os The Killers!

Uma banda de rock alternativo, formada em 2002, em Las Vegas.Composta por Brandon Flowers, Dave Keuning, Ronnie Vannucci e Mark Stoermer, lançaram o seu primeiro álbum, “Hot Fuss”, foi lançado em 15 de Junho de 2004, obtendo óptimas críticas, e, grande reconhecimento junto do público, de resto, em grande parte devido aos sucessos “Somebody Told Me” e “Mr. Brightside”.O seu segundo álbum, “Sam’s Town”, foi lançado em 3 de Outubro de 2006, e, dividiu desde logo opiniões, questionando a força da banda!

O recentemente findo ano de, 2007, trouxe mais um trabalho para estes norte americanos, desta feita, “Sawdust”, foi o titulo escolhido para nome do álbum; um trabalho que, não só veio fazer desvanecer a ideia de pouca força, trazida por “Sam´s Town”, junto  da crítica, como também, veio consolidar ainda mais a qualidade do som produzido pelos The Killers.

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