Esta semana…

 

…. Brandon Flowers, Dave Keuning, Ronnie Vannucci  e Mark Stoermer

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Ladies and Gentlemans, this weekend, with you, Mr. Brian Molko!! Rock On

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Como todos sabem, existem alturas em que as palavras só atrapalham, este é um desses momnetos, por isso, no Global Beats desta semana, limitem-se a fechar os olhos, e deixar o vosso corpo levar-vos aos mais reconditos lugares do sentimento humano, descritos de uma forma doce, intimista e auto-analista, convosco, Placebo… 😉

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Dennis Ferrer – Defected in the House

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No Global Beats desta semana, partimos novamente, deste que foi um breve poiso em terras lusas, e, vamos assim em direcção aos Estados Unidos. Em terras do Tio Sam, encontramos o produtor e DJ de música electrónica, Dennis Ferrer.

Dennis tem sido o “The Man”, do circuito underground de house music, desde o início dos anos 90, mas, nos ultimos anos, tem visto a sua carreira disparar, em direcção ao estrelato.Poderá ter sido o estrondoso êxito de “ Sandcastles”, em parceria com Jerome Sydenham, ou temas como “Son of Raw”, “Most Precious Love”, uma remistura do tema original de Blaze, “The Cure & The Cause”, outra remistura ao tema inicial de Fish Go Deep, ou siplesmente, autênticos hinos como “Church Lady” ou “Underground Is My Home”, o que é certo, é que não tem havido tempo para tempos mortos, no horário deste produtor nova-iorquino.

Quem melhor, então, para tomar conta da responsabilidade de remisturar o álbum “In The House”, que não Dennis Ferrer? A resposta será óbvia, sendo assim, nasce “Dennis Ferrer In The House”, álbum que se resume, a modesta contagem de 28 faixas, distribuídas por 2 CD.Neste álbum, estão ainda incluída uma remistura do tema “Kill 100” de X-Press 2, por Carl Craig, o tema “In White Rooms” de Booka Shade, e o bem-vindo regresso de Ultra Nate, “Love’s The Only Drug”, existindo ainda espaço para uma série de talentos underground como, Kiko Navarro, Peven Everett, Osunlade, Bah Samba, Tortured Soul e Ben Westbeech, já para não falar num clássico, “Get Up Everybody”, de Byron Stingily.

Damo-vos a conhecer então, esta semana, em ondas sonoras, um pouco mais do trabalho de Dennis Ferrer. Divirtam-se

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Entrar em 2008 com o pé direito!! Jorge Cruz, para sonhar…

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Olá! Sejam bem-vindos ao Global Beats, edição 2008.

As férias foram curtas, mas suficientes, para quem tem ânsia de dar a conhecer pedaços de arte, que se manifestam sob a forma de sons, o mesmo será dizer, para quem faz este programa de rádio.Falo-vos de arte, e propositadamente o faço, uma vez que, na primeira edição deste ano do programa das batidas alternativas, dou-vos a conhecer alguém, cujo talento irá, com certeza, marcar, os próximos anos da música portuguesa.“Sede”, é o titulo do seu primeiro trabalho, que, de resto, marcou a sua estreia de a solo, uma álbum composto por um punhado de excelentes canções, reveladoras de uma pureza, de uma simplicidade e de uma honestidade, enorme, que nos revitalizam a alma; foi com certeza um dos principais acontecimentos editoriais do ano de 2004, e falo-vos de Jorge Cruz.

Os anos passaram, e eis que, aos nossos olhos, surgiu o ano de 2007, ano já findo, mas que, no que toca à obra deste artista, não deixou de ser produtivo, dando à luz mais um trabalho, desta feita de seu nome “Poeira”, mais uma vez, digno de receber menções de autêntica obra de arte, em formato sonoro, porque, ouvir Jorge Cruz, é cada vez mais, desfrutar de um momento único, em que a musica e o ouvinte se tornam um ser uno, partilhando experiências, sentimentos e sensações, equiparáveis ao atingir do nirvana.Senhoras e senhoras, com vocês, alguns dos melhores temas de Jorge Cruz, um artista, um trovador, quiçá, um contador de histórias, que demonstra ter uma sensibilidade apuradíssima, ao estilo de um Jorge Palma, versão melhorada se me permitem.

Desfrutem.

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Um Natal Diferente

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No Global Beats desta semana, tendo em conta que este é, o ultimo programa antes do dia de Natal, iremos dar-vos a conhecer uma perspectiva diferente da época em que nos encontramos, ou seja, a parte não comercial, não plástica, não artificial, a perspectiva humana do Natal.Para tal, nada melhor que abordar um artista que, representa toda uma maneira de estar, direccionada para a realidade humana da sociedade; Marcelo D2, o poeta urbano brasileiro. Marcelo D2, nome artístico de Marcelo Maldonado Gomes Peixoto, nascido no Rio de Janeiro, a 5 de Novembro de 1967, é um “rapper” brasileiro, se é que podemos classificar o seu trabalho numa palavra apenas, que tão pouco significa, dada a grande dimensão das suas palavras, é ex-vocalista da banda Planet Hemp, e hoje, segue em carreira solo.Por cá, passaremos o essencial das suas palavras, reunido numa prestação inesquecível, no palco MTV Unplugged, prestação esta, materializada num álbum que, tem tanto de regional, como de internacional, um verdadeiro artista, que fala a língua de Camões, no outro lado do Atlântico.

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Joe Strummer: The Future Is Unwritten

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Quatro são os anos, após a morte, daquele que foi, um dos mais influentes criadores de consciência social, e que, levou as suas palavras aos quatro cantos do mundo, através das palavras proferidas pela sua voz, cansada, de gritar contra as injustiças da sociedade.

Sejam muito bem-vindos, a mais uma edição do Global Beats. Falava-vos a pouco, de Joe Strummer, o mítico líder da banda inglesa “The Clash”. A emissão do Global Beats desta semana, é inteiramente dedicada a este senhor, que, após quatro anos desde o seu desaparecer físico para o mundo, “vê” a sua vida retratada no mais recente trabalho de Julien Temple, o “gravador”, das memórias criadas pelos pioneiros londrinos do Punk.

Em “The Future is Unwritten”, é-nos possivel sentir, a força, com que as palavras de Joe Strummer, conseguem gritar a sua mensagem, através das ondas sonoras que emanam na atmosfera de um mundo em declínio, e, ver Joe, não apenas como uma lenda ou um músico, mas também como um verdadeiro e autêntico comunicador contemporâneo.

Revelando-nos, de um lado, toda uma história associada ao punk, alias, existi ainda referência aos Sex Pistols, e do outro, a amizade que o ligava aos vários amigos que foi sabendo cativar, ao longo dos anos, este filme de Julien Temple, é uma autêntica homenagem, do ser fantástico, que foi Joe Strummer, antes, durante e depois dos The Clash.

God Save Punk Rock!

 

 

 

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Chill Beats, para relaxar…

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Esta semana, ou por influência do tempo, que convida a momentos mais calmos no recanto do lar, em frente a uma lareira, ou então, pelo espírito de paz que me invade por estes dias, esta semana, no Global Beats, vou-vos dar batidas Chill.

Chill Out, é um termo que deriva do calão para a palavra “relaxar” em inglês, emergiu no início da década de 1990, como, um termo geral para vários estilos de música, de relativa melodia e baixo tempo, feitas por produtores contemporâneos, na música electrónica. Chill out é geralmente tonal, relaxante (ou pelo menos não tão “intenso” como outra forma de música pelos estilos de que deriva), e, geralmente não incorpora música que enfatiza “hard”, “profundo” ou particularmente ritmos hipnóticos. É por vezes chamada de “techno suave”.

Com o passar dos anos, emergiu uma autêntica “cultura” à volta da música chill out, evoluindo, com a criação de muitos bares e clubes populares, desenhados com um ambiente retro ou futurista, com profunda devoção ao género. O Ministry of Sound, presidiu a muitos eventos de música chill out, em lugares como Ibiza, e, há centenas de títulos de compilações de mistura, incluindo as palavras “chill out”, ou apenas “chill”, que procuram a audiência chill out.

Já em 2005, o “chill out” é reconhecido por todas as grandes revistas de dança, e os respectivos tops de popularidade, no Reino Unido.

São várias as bandas que fazem música chill out, como Lemon Jelly, Urban Myth Club, e, os apelidados de Chillage People; DJs que se especializaram em chill out como Youth, Alex Paterson, Dr. Chill, Unity Dub, The Only Michael, Chris Coco, Pete Lawrence e Mixmaster Morris, o último conhecido por ter lançado o Global Chillage; organizações que se focam neste estilo como Chillout Zone, Liquid e Lounge Productions; editoras como “Liquid Sound Design”, “Vagalume”, “Ultimae” e “Interchill”; e eventos como “The Big Chill” e “Sundaze”. A música, é, frequentemente, misturada com vídeos de arte por VJs, com imagens da natureza relaxantes ou gráficos electrónicos.

O festival “The Big Chill”, é um grande evento anual direccionado para “chilled out clubbers” e famílias em Eastnor Castle e Herefordshire, com performances residentes, incluindo, Gilles Peterson e Norman Jay.

Nós por cá, vamo-vos dar uma hora de puro “chill”, uma pequena selecção, daquilo que, entendemos por alguns dos melhores temas.

Sentem-se, fechem os olhos, e relaxem… as “chill beats” estão no ar.

 

 

 

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